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Material gratuito

Ficha de avaliação fisioterapêutica pronta para imprimir

Os oito itens que a Resolução COFFITO nº 414/2012 exige no prontuário, na ordem em que a avaliação acontece — mais goniometria, força muscular, escala de dor e uma folha de evolução em SOAP. Coloque o nome da clínica e o seu CREFITO, imprima ou salve em PDF. Sem cadastro.

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Os campos preenchem o cabeçalho e a assinatura da ficha. Nada do que você digita sai do seu navegador.

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Ficha de avaliação fisioterapêutica

Avaliação inicial

Data
Clínica / consultório

1Identificação do paciente

Nome completo
Data de nascimento
Idade
Gênero
Estado civil
Naturalidade
Profissão
Ocupação atual
Endereço residencial
Endereço profissional
Telefone
Contato de emergência
Convênio
Nº da carteirinha
Encaminhado por
Diagnóstico médico / CID

2História clínica (anamnese)

Queixa principal, nas palavras do paciente
História da doença atual (início, mecanismo, evolução, o que piora e o que melhora)
Antecedentes pessoais (doenças, cirurgias, fraturas, internações)
Antecedentes familiares
Medicamentos em uso
Atividade física
Sono
Tabagismo
Etilismo
Rotina de trabalho e postura
O que espera do tratamento

3Exame clínico e físico

PAmmHg
FCbpm
FRirpm
SpO₂%
Pesokg
Alturam
IMC

Dor — escala numérica de 0 a 10

012345678910

0 = sem dor · 10 = a pior dor que o paciente consegue imaginar

Localização
Tipo
Frequência
Piora com
Melhora com
Inspeção (postura, edema, cicatrizes, deformidades, trofismo)
Palpação (temperatura, tônus, pontos dolorosos, crepitação)

Amplitude de movimento (goniometria)

Amplitude de movimento por articulação, ativa e passiva, de cada lado
Articulação / movimentoD ativaD passivaE ativaE passivaObservação

Força muscular (escala de 0 a 5)

Força muscular por grupo, de cada lado
Grupo muscularDEObservação

Testes especiais

Testes especiais aplicados, lado e resultado
TesteLadoPositivo / negativoObservação
Avaliação funcional (marcha, equilíbrio, transferências, atividades de vida diária)

Escalas e questionários (ex.: Oswestry, DASH, Lysholm, Berg, TUG)

Escalas e questionários aplicados, com pontuação e data
EscalaPontuaçãoData

4Exames complementares

Exames complementares, data e achado relevante
ExameDataAchado relevante

5Diagnóstico e prognóstico fisioterapêuticos

Diagnóstico cinético-funcional
Prognóstico

6Plano terapêutico

Objetivos de curto prazo
Objetivos de médio e longo prazo
Recursos, métodos e técnicas
Frequência× por semana
Sessões previstas
Reavaliação em

7Evolução

Registrada a cada atendimento, com as intercorrências, na folha de evolução que acompanha esta ficha.

Observações

8Profissional responsável

Nome completo
CREFITO
Assinatura e carimbo
Data
Assinatura do paciente ou responsável

Blocos 1 a 8: conteúdo mínimo do prontuário da Resolução COFFITO nº 414/2012 (art. 1º, §1º). Guarda mínima de 5 anos a partir do último registro (art. 6º). Modelo gratuito: sistemafisioflex.com/ficha-de-avaliacao-fisioterapia

Folha de evolução

Folha nº

S: o que o paciente relata · O: o que você mediu ou observou · A: sua análise · P: o que fica para a próxima sessão

Paciente
Clínica
Evolução por atendimento: data, número da sessão, evolução em SOAP e assinatura
DataSessãoEvolução (S · O · A · P)Assinatura e CREFITO

Evolução a cada atendimento, com as intercorrências (Resolução COFFITO nº 414/2012, art. 1º, §1º, VII), assinada com nome completo e CREFITO. Modelo gratuito: sistemafisioflex.com/ficha-de-avaliacao-fisioterapia

A regra

O mínimo que todo prontuário de fisioterapia precisa ter

A Resolução COFFITO nº 414/2012 torna obrigatório o registro de todo atendimento em prontuário e diz o que não pode faltar nele. A ficha acima segue essa lista, na mesma ordem.

  1. 1

    Identificação do paciente

    Nome, naturalidade, estado civil, gênero, data de nascimento, profissão e endereços.

  2. 2

    História clínica

    Queixa principal, hábitos de vida e antecedentes.

  3. 3

    Exame clínico e físico

    O que você observou, mediu e testou na avaliação.

  4. 4

    Exames complementares

    Os que o paciente trouxe e o que eles mostram.

  5. 5

    Diagnóstico e prognóstico fisioterapêuticos

    O seu diagnóstico, cinético-funcional — não a cópia do pedido médico.

  6. 6

    Plano terapêutico

    Recursos, métodos, técnicas, objetivos e o número provável de atendimentos.

  7. 7

    Evolução

    A condição de saúde, o tratamento e as intercorrências, atendimento a atendimento.

  8. 8

    Identificação do profissional

    Assinatura com nome completo, número do CREFITO e a data de cada procedimento.

Papel vale

A resolução aceita o registro manuscrito ou eletrônico, a critério de quem atende. O que ela cobra é letra legível, texto claro e terminologia da profissão.

Cinco anos, no mínimo

A guarda é de pelo menos cinco anos contados do último registro, e pode ser maior por lei ou decisão judicial. Depois disso, o descarte tem de preservar o sigilo.

O prontuário é do paciente

Você guarda, mas ele pertence ao paciente: negar acesso a ele ou ao representante legal é vedado. Fora disso, só sai com autorização, por dever legal ou justa causa.

Na prática

Quatro hábitos que fazem a ficha servir para alguma coisa

A queixa nas palavras dele

“Dói quando subo escada” diz mais do que “gonalgia”, e é a frase que você vai reler no dia da alta para saber se o tratamento resolveu o que trouxe o paciente.

Meça o que vai querer comparar

Dor de 0 a 10, ângulo e força na primeira sessão. Sem número na avaliação, a reavaliação vira impressão — e impressão não convence paciente nem convênio.

Plano com número de sessões

A resolução pede o quantitativo provável de atendimentos. É também o número que sustenta o pacote que você oferece e o pedido de mais sessões ao convênio.

Evolução no mesmo dia

Escrita na sexta sobre o atendimento de terça, a evolução é memória, não registro. Feche e assine antes do próximo paciente.

Perguntas

O que perguntam sobre a ficha

A ficha de avaliação pode ser em papel?

Pode. A Resolução COFFITO nº 414/2012 aceita o registro manuscrito ou eletrônico. O que ela exige é que o registro seja legível, claro, com a terminologia da profissão, e que traga o conteúdo mínimo — os oito blocos desta ficha.

Por quanto tempo preciso guardar a ficha?

No mínimo cinco anos a partir do último registro, pelo art. 6º da resolução. O prazo pode ser maior quando a lei, uma decisão judicial ou o caso exigirem. Passado o prazo, o descarte precisa garantir o sigilo, e é permitido manter uma cópia digitalizada.

O que muda quando o prontuário é eletrônico?

Logo depois de cada registro, o fisioterapeuta precisa consignar o nome completo e o número do CREFITO (art. 2º, parágrafo único). Num sistema, isso costuma ser a assinatura do documento: o registro fica identificado com quem atendeu e quando.

O paciente pode pedir uma cópia da ficha?

Pode. A resolução diz que o prontuário pertence ao paciente e veda negar o acesso a ele ou ao seu representante legal. Para qualquer outra pessoa, só com autorização do paciente, por dever legal ou por justa causa.

Serve para qualquer especialidade?

Serve como base. Os oito blocos são o mínimo comum a toda avaliação. Ortopedia, neurologia, respiratória e saúde da mulher costumam acrescentar testes e escalas próprios — para isso existem as tabelas de testes especiais e de escalas.

Preciso me cadastrar para baixar?

Não. Imprimir, salvar em PDF e baixar o arquivo em branco são livres, sem e-mail e sem cadastro. Os campos de clínica, nome e CREFITO preenchem só a sua cópia, e nada do que você digita sai do navegador.

Quando o papel não couber mais na gaveta

No FisioFlex, esta ficha é o começo do prontuário eletrônico: a avaliação guarda a anamnese, a dor, a amplitude e a força; o plano de tratamento conta as sessões; e cada atendimento vira uma evolução em SOAP, com a dor de entrada e de saída, que fecha ao ser assinada. Dá para testar com os seus pacientes de verdade.

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